Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 16/02/2020
A série Black Mirror, apresentada pela Netflix, expõe uma verdade distópica da humanidade num futuro distante, sobre a influência “High tech”. Em consonância, o inevitável progresso humano em busca do aperfeiçoamento pode se tornar uma “faca de dois gumes”, e assim ferir quem a maneja. Nessa perspectiva, com a atual ascendência midiática, juntamente agregado aos valores consumistas moderno, apenas corroboram a centralização do poder em vias tecnológicas.
O famigerado período nazista vivenciado em meados do século passado, suas chamativas e bem elaboradas propagandas mostram sua força influente. De maneira análoga, este infeliz episódio é a comprovação histórica do perigo da modernização nas mãos erradas. Nesse ínterim, a inseminação de ideias, sejam governamentais ou dos aclamados “influencers”, tem por controlar os cidadãos feito marionetes, para usufruírem de banalidades da “moda” à prática de ações hediondas, independente dos pensamentos proclamados.
Dessarte, sob a óptica do célebre jornalista George Orwell: “A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa”. Nesse prisma ideológico, o dispêndio de bens materiais tem se tornado compulsivo e totalitário, pois de certa forma, muitas vezes se efetua a compra sem saber o porquê. Nessa conjuntura, depreende-se deploravelmente do uso errôneo e manipuladores de meios com alta tecnologia, por apenas atender ao interesse de grupos seletos e tratar no final de tudo o consumidor ainda e considerado como um ser descartável. Em síntese, outrora para amenizar ente impasse, que perpassa os dias remotos, será necessário a adesão dos Líderes Produtores de Informação e Órgãos Midiáticos Nacionais, para que os números de propagandas sejam controlados e conscientize as pessoas consumistas, mediante o enrijecimento das leis midiáticas regentes. À vista de propor uma efetiva reforma Nacional e que os ideais da série distópica, Black Mirror, não se tornem realidade.