Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 14/02/2020
O filme “Click”, interpretado pelo ator Adam Sandler retrata a historia de um curioso objeto que tem o poder de controlar tudo no mundo real. Fora da tela ficcional, não é possível a obtenção desse controle, entretanto a tecnologia está sendo um grande ditador responsável pelas ações cotidianas de grande parte da população mundial. Tendo isso em vista, é possível perceber que a falsa visão de liberdade e a comodidade dos usuários da tecnologia tem sido grandes ponto de análise comportamental.
Na Alemanha nazista, o regime exercido era o totalitário, onde o sistema político era controlado por uma unica pessoa. A priori, é importante analisar que diferente do modo de operação nazista, o processo da tecnologia não tem como responsável um único individuo. Porém a maior parte de sua essência tende-se a ter totalitária em formas de aplicações que dão a usuários uma opção de falsa liberdade, sendo que na verdade por trás das situações a um constante controle e filtros de dados que geram influências.
Além disso, a comodidade que se intensifica nos meios digitais são grandes influenciadores para que a tecnologia predomine em relação as ações feitas pelos consumidores. No filme citado, é claro e perceptível a mudança de caráter relacionado ao portador do controle, que perde o seu tato em relação a coisas importantes da vida, por tudo ser muito fácil e estar ao seu alcance quando e onde lhe fosse “necessário”. Bem como, a mídia tem influenciado e intensificado essas ações gerando uma satisfação ilusória de tudo que lhe é oferecido.
Em suma às ideias supracitadas, ONGs devem ser ativas em redes sociais, gerando ideias que sejam contrárias aos controles midiáticos, por meio de informações e relatos reais de que essa situação é sim um problema, fazendo com que haja um despertamento populacional. Ademais as escolas podem instruir crianças e adolescentes, com filmes, palestras e atividades didáticas que despertem o conceito de manipulação em suas mentes, diminuindo assim no mundo, o número de indivíduos alienados.