Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 16/03/2020
No filme “Snowden” relata a história de um ex-agente da CIA e da NSA, ele descobriu que seu país vigiava e invadia a privacidade de todos os cidadãos e também espionava outros países. Infelizmente isso ainda acontece, a tecnologia é um meio sútil de exercer um papel totalitário sobre as pessoas, privando-as de sua liberdade e privacidade.
Primeiramente, a espionagem por parte de um agente de poder maior é uma violação à DUDH(Declaração Universal dos Direitos Humanos), que declara no artigo 12 que nenhum indivíduo será sujeito a interferências em sua vida privada. Muitas pessoas ou países violam essa lei, como por exemplo, quando Dilma ocupava o cargo de Presidente da República Federativa brasileira, foi descoberto que estava sendo espionada por outro país.
Em segundo lugar, a tecnologia é usada como uma ferramenta para exercer um papel totalitário sobre a população. Isso evidencia-se quando há algoritmos nos aplicativos ou sites; isso resulta na limitação do conhecimento, formando pessoas desinformadas, facilmente influenciáveis por uma autoridade maior, podendo ser até mesmo censurados sem perceber.
Portanto, para que a população não seja governada por um agente totalitário através da tecnologia, é necessário que os responsáveis conscientize seus filhos sobre os perigos da tecnologia por meio do diálogo. Também é preciso que o poder legislativo elabore leis que protejam os usuários da invasão de privacidade, para que o país esteja de acordo com a DUDH.