Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 19/03/2020
Historicamente, Getúlio Vargas, durante o Estado Novo, empregou do meio tecnológico, imprensa, para exercer imposições aos indivíduos e, portanto implementar seu regime totalitário. De maneira análoga, os meios de comunicação sobrevém como uma prestigiosa arma para o domínio da população. Podendo sobrevir a restrição ao acesso às informações. Diariamente, cresce o número de abusos, excessos do poder público e político através da mídia, o que transforma a liberdade da democracia em algo ilusório.
A priori, a palavra democracia, significa: “governo do povo”, todavia, os valores de democratização têm se referido a um conjunto de instituições e interesses políticos. Um dos artifícios usados para intermediar a democracia, é a política, sendo o outro, a mídia. Os meios de comunicação de massa são fundamentais para propagar informações, no entanto, as notícias são dispersada por relevância, integrando os interesses sociais e políticos.
Por conseguinte a manipulação e transmissão de boatos, têm se propagado com as novas tecnologias, com o intuito de fraudar notícias, no qual compartilhamentos, conseguem alcançar mais velocidade que uma notícia no telejornal. Tais notícias, ganham rápida repercussão, alastrando-se e convertendo-se em opiniões públicas, cuja realidade é apresentada ao telespectador ou leitor, de maneira criteriosa, seletiva e hierarquizada.
Infere-se, portanto, que apesar dos benefícios advindo do cenário tecnológico, o uso indevido pode acarretar manipulação em massa. Sendo assim, cabe ao Ministério da educação junto às escolas, promoverem o uso da internet e das redes sociais de modo consciente, sem que haja exposição de dados do indivíduo. Ademais, deve-se criar, a partir do Poder Legislativo, uma lei específica para proteção de dados pessoais. Tais propostas têm por finalidade que as pessoas não se deixam ser manipuladas.