Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 18/03/2020
O livro “1984”, de George Owell, retrata um “futuro distópico” no qual um Estado acaba manipulando e controlando as questões sociais históricas e contemporâneas, moldando, assim, a opinião pública existente sobre os governantes. Em relação a essa citação, hoje, percebe-se que o sistema de vigilância presente na China não esta muito distante do que diz Owell, em que nela a alienação e a manipulação no país se intensifica ainda mais com a presença da tecnologia.
Primeiramente, deve-se levar em conta que a partir da evolução e presença da forte tecnologia muitos seres humanos estão cada vez mais dispostos a encontrar diversas outras maneiras de atingir essa manipulação da sociedade. A partir disso, a China acaba sendo um exemplo que explica muito bem essa situação, na qual acaba sendo um país em que a população sofre diversas infrações de direitos pelo motivo de serem, em geral, vigiada a todo momento por um sistema tecnológico, tendo como exemplo disso a presença do melhor sistema de reconhecimento facial do mundo, sendo, assim, um regime totalitarismo neocomunista facilitado pela tecnologia.
Nesse contexto, deve-se destacar também a questão da influência desse regime na sociedade, em que acaba definindo o comportamento da sociedade geral, ou seja, o totalitarismo acaba sendo um controle da vida de cada um nesse meio. Como consequência, destaca-se, principalmente, a alienação dos indivíduos, tornando-os em “escravos” de atividades e instituições humanas do país.
A partir disso, fica claro que medidas devem ser tomadas para haver o combate desses regimes. Portanto, a população deve criar grupos de manifestações pacíficas para obter campanhas contra esse abuso social tecnológico, assim, combatendo a manipulação e a alienação e, consequentemente, atingindo a liberdade.