Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 19/05/2020

Adolf Hitler líder do movimento nazista, usou os meios de comunicação para distorcer a realidade de seu governo. Sendo assim, percebe-se que o totalitarismo tecnológico possui raízes profundas no mundo, seja pelos algoritmos filtrados com sensação de liberdade, mas também informações sem fontes confiáveis aceitas passivamente pela população.

Em princípio, é imperioso refletir que a ditadura da imprensa cega a sociedade, por consequência, o pensamento de uma grande parcela de pessoas torna-se senso comum. A empresa privada americana Cambridge Analytica, usou o Facebook para encaminhar campanhas políticas favorecendo Donald Trump. O jornal The Economist  afirma, o inimigo da democracia está dentro dela. Com a frase é possível ponderar, se o cidadãos americanos votaram com consciência ou foram manipulados.

Sob outro prisma, no Brasil o Estado Novo comandado por Vargas, manipulou imagens com o intuito de causar boa impressão. Seu governo tinha influencias fascistas, na qual a nação brasileira em sua maioria  era alienada, aceitando sem questionar tudo o que o governo ordenasse. Seguindo o ideário do escritor August Cury, nada é tão perigoso para a inteligencia humana, do que aceitar passivamente. Com essa citação é viável pensar, que o mal da era tecnológica moderna são as “fake news”, pois a internet se tornou um local de bombardeamento de noticias falsas, na qual a sociedade aceita com mais facilidade, visto que, essa é uma das facetas do totalitarismo que não é percebida como tal.

Portanto, algo precisa ser feito para amenizar a questão. Logo, cabe ao Poder Executivo, por meio do Ministério da Comunicação, a fiscalização dos meios de comunicação, para que diminua a propagação de informes errôneos de empresas públicas ou privadas, e também o Ministério da Educação, promover palestras sobre temas que englobem, totalitarismo em massa, afim de gerar senso crítico no povo. Assim esse problema pode ser gradativamente erradicado, pois conforme George Santayna, aqueles que não conseguem lembrar do passado estão condenados a repeti-los.