Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 16/05/2020
O totalitarismos na era tecnológica é como uma liberdade vigiada. Pois o desenvolvimento eletrônico tornou a vida menos privada, de forma que, ao andar por um lugar onde o indivíduo não queira ser percebido; um famoso, por exemplo, uma câmera o filmará e flagrará qualquer ação que ele fizer, então, sua soltura se torna uma farsa.
Em primeiro lugar, em 1760, os ingleses deram início a Revolução Industrial, movimento que deu origem às grandes máquinas e, por conta disso, o mundo não para de crescer a sua forma digital de ser. Logo, pessoas mais reconhecidas pela sociedade sofrem pela ausência de solitude, que são fotografadas por seres inconvenientes. Por isso, Albert Einstein disse: “É, lamentavelmente, óbvio que a tecnologia exceda a consciência humana”.
Em segundo lugar, é lógico dizer que as informações rodam de forma fácil e rápida nas mãos brasílicas, ou seja, esta normalidade informativa dá poder de voz à qualquer urbano para falar o que bem quer. Não é por acaso que, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), 94% da população brasileira trocam mensagens, pelo aparelho smart, via internet.
Em virtude dos fatos mencionados, a liberdade tornou-se farsa, por ser vigiada. Destarte, uma multa considerável deve ser aplicada aos Paparazzis que ousam infiltrar a vida das vítimas das lentes. Mas também, uma grade curricular, como educação eletrônica, deve surgir nas escolas. Outrossim, a multa deve ser imposta pelo Ministério da Segurança e a grade curricular pelo Ministério da Educação. Assim, os jovens saberão usar, de maneira não invasiva, o celular e as câmeras; e os irresponsáveis serão punidos.