Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 18/05/2020

O governo totalitário, imposto em diversas regiões, desde os séculos passados, consiste em monopolizar todos os grupos partidários, utilizando a mídia como principal ferramenta, para controlar o pensamento do cidadãos. Nesse contexto, percebe-se que o avanço da tecnologia permitiu que déspotas dominassem a população com mais facilidade e isso gerou alguns impactos negativos.

Apesar desse tipo de regime ser, geralmente, violento, regulador e opressor, os totalitaristas partem do princípio do filósofo Nicolau Maquiavel, que afirma que os fins justificam os meios. Com isso, nota-se que, na tentativa de impor um governo autocrático, utilizam-se meios de comunicação em massa, como jornais, televisão e internet, com o intuito de persuadir leitores e ouvintes até concluírem que qualquer atitude das autoridades, em prol de algo importante, é válida.

Como consequência, grande parte dos indivíduos torna-se facilmente manipulada, tem suas personalidades anuladas, seus direitos, como cidadãos, inibidos e age de forma robótica, de acordo com as determinações dos governantes. Observa-se um exemplo disso no período nazista, no qual Adolf Hitler estabeleceu uma doutrina, utilizando a publicidade para se autopromover, para formar uma sociedade que pensasse e agisse de acordo com suas ideologias, mediante a violência e a ditadura.

Em virtude dos aspectos supracitados, é incontestável que a mídia possa ser usada para manipular a população, não somente para impor um regime totalitário, mas também para derrubar esse tipo de regência. Logo, é necessário que cada grupo revolucionário faça sua parte, como as forças especiais contendo a violência, o poder judiciário intervindo para garantir os direitos dos cidadãos e o restante dos revoltosos utilizem a tecnologia, criticando e expondo as falhas e mentiras da ideologia totalitária, até se tornar repugnante aos olhos do povo. Dessa forma, as pessoas terão suas personalidades reconstruídas e estarão livres da opressão.