Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 08/07/2020
Desde os primórdios da humanidade, ocorreram eventos que uma pessoa ou grupo dominaram completamente os pensamentos e opiniões de uma população ou país, como no comunismo soviético ou nazismo alemão. Entretanto, com o aumento da tecnologia as novas formas de totalitarismo vêm à tona, com o uso, principalmente, das mídias sociais. Nessa lógica, esses aumentos tecnológicos podem gerar a manipulação e aumentar a disseminação de pensamentos de intolerância e preconceito. Nessa perspectiva, medidas são necessárias para evitar a ocorrência de novos ideais totalitários.
Primeiramente, é importante salientar o potencial das mídias e notícias no que se refere a manipulação de uma nação. Uma vez que, A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) manipulou sua população, principalmente, durante a Guerra Fria, entre 1947 e 1991, para promover uma boa imagem dos lideres e da forma de governo que eles utilizavam, o comunismo. Nesse espectro, pode-se concluir o poder dessa dominação sobre um grupo de cidadãos, visto que a URSS possuía quase 300 milhões de pessoas, sendo quase 100 milhões a mais que o Brasil.
É importante, ainda, evidenciar como as novas tecnologias podem aumentar o aumento de pensamentos intolerantes. Posto que, Adolf Hitler, ditador alemão, após tomar o poder em 1934, manipulou os moradores da Alemanha gerando um enorme ódio pelos judeus e a morte de mais de 6 milhões deles, e causando a guerra com mais mortes na história, a Segunda Guerra Mundial. Além disso, segundo uma pesquisa do Comunica que Muda, blog de notícias, em mais de 200 mil menções analisadas no Twitter mais de 70% possuíam alguns comentários negativos relacionado à classe social, deficiência, racismo, religião ou xenofobia. Nessa conjuntura, é racional deduzir os efeitos negativos que a existência da livre disseminação desses pensamentos na “web” e em outros meios de comunicação, sendo inadmissíveis, dado que isso desrespeita os direitos humanos.
Portanto, infere-se que medidas são necessárias para solucionar o problema. Por isso, cabe ao Ministério da Educação (MEC) em conjunto com o Poder legislativo, por em prática ações que diminuam a disseminação dessas ideias, por meio de campanhas, em escolas e universidades, que expliquem esses grandes empecilhos e incentivem os jovens e crianças a combate-los, além de aumentar as punições desses casos, a fim de que as novas formas de totalitarismo e suas consequências sejam exclusivas do passado. A partir desses atos, espera-se promover uma melhora social no Brasil.