Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 06/06/2021

Segundo o Físico e teórico alemão Albert Einstein, tornou-se arredondamente claro que a  tecnologia ultrapassou a humanidade. Nesse sentido, os meios de comunicação tem sido uma forma autoritária de controlar a sociedade, afirmando cada vez mais o totalitarismo na era tecnológica e em como a tecnologia conseguiu passar a humanidade a partir de monitoração de comportamento e atividade. Nesse prisma, é importante destacar dois aspectos: o controle através da propaganda governamental e a influência da internet na vida das pessoas.

Em primeiro plano, a propaganda governamental passa a ser usada como meio de manipulação na sociedade.  Essa visão condiz com as propagandas nazistas do século XX, uma vez que, os meios de comunicação era utilizada para transmissão de discursos sobre “consciência racial”, com o intuito de gerar lealdade política a população com mentiras. No contexto atual não é diferente, a manipulação das mídias e dos políticos em distorcer a verdade por meio de programas de entrevista e até mesmo em comerciais, de modo a influenciar as pessoas a seus interesses. Assim, esse controle na comunidade impulsiona para a disseminação de falsas notícias por meio das redes sociais e uma visão direcionada a uma única direção.

Além disso, a influência que a internet exerceu na vida das pessoas é muito grande, principalmente no comportamento dos indivíduos. De acordo com o relatório divulgado pelas empresas “We are Social e Hootsuite”, a população brasileira tem 62% de pessoas ativas nas redes sociais. Dessa forma, o tempo e a quantidade de pessoas ativas na internet influência a grande exposição nas opiniões publicadas e nas informações em tempo real, estimulando a mudança dos usuários a pensar e ver o mundo de uma forma diferente, além da grande pressão de aceitação o que prova a mudança de comportamento. Logo, esse contato gera uma “ditadura digital” formada pelas redes sociais.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar essa problemática. Para isso, cabe ao Conselho Nacional de Autorregulação publicitário impedir as publicidades enganosas, por meio de fiscalização de todos os meios de comunicação, com  o intuito da diminuição de manipulação governamental. Ademais, compete ao Ministério da Educação conscientizar os alunos e inserir palestras sobre as influências das redes sociais no comportamento dos indivíduos, a fim de assegurar que os adolescentes não se tornem vítimas dessa “ditadura digital”. Com essas medidas, a era digital passe a ser menos totalitarista e a sociedade menos dependente das redes sociais.