Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 08/08/2021

No livros 1984, de George Orwell, é retratada uma pseudosociedade a qual é manipulada por meios de reformulações de palavras e, consequentemente, do pensamento e comportamento. Semelhantemente, as novas formas de totalitarismo no âmbito tecnológico são meios de controle em massa que precisam ser cessadas. Nesse prisma, destacam-se: a invasão da privacidade e repressão da subjetividade.

Sob esse viés, o Estado que corrompe a integridade do manuseio digital de sua população tem por objetivo causar demasiada nocividade privativa aos cidadão. Dessa forma, segundo o filósofo Maquiavel, os fins justificam os meios. Sendo assim, é evidente que para um país totalitário não importa os percursos executados desde que chegue a finalidade da implantação de ideologias.

Ademais, é notório que em um meio totalitário os sujeitos não conseguem se expressar em devidas áreas nem possuem livre arbítrio para certas escolhas, havendo opressão da individualidade. Desse modo, segundo o filósofo Wittgenstein, os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo. Logo, onde há restrição de acesso a determinados conteúdos e informações as pessoas desenvolvem visões limitadoras, extinguindo o pensamento crítico e analítico social.

Depreende-se, portanto, a necessidade de medidas que venham conter as novas formas de totalitarismo na era tecnológica. Por conseguinte, cabe a ONU, Organização das Nações Unidas, delimitar a intervenção que um Estado pode ter em uma sociedade, por meio de leis que promovam para a privacidade do sujeito, a fim de que haja nações que respeitem seus habitantes. Somente assim, não haverá controle de diversos aspectos da humanidade por meio de formas minuciosas de manipulação.