Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina
Enviada em 23/11/2020
No século XIX, houve um avanço no pensamento científico e filosófico com o surgimento do Utilitarismo, doutrina defendida por Bentham e Sturt Mil, o qual beneficiou de forma imensurável a humanidade. Nesse contexto, uma das principais premissas é a defesa de que ações devem produzir a máxima felicidade de forma coletiva sendo aplicadas em questões políticas, sociais e econômicas. Entretanto, no Brasil atual, encontram-se situações antagônicas ao princípio do útil como é o caso dos desafios à saúde do homem não só pelo preconceito, como também ineficiência do governo.
Antes de tudo, vale ressaltar o contraste entre o Utilitarismo e a presente conjuntura do país, uma vez que a baixa procura por atendimento, devido à vergonha ou a negligência, por homens para realizar exames preventivos eleva o agravamento de doenças que poderiam ser solucionadas. A esse respeito, analisa-se que o expoente supracitado não é algo recente na humanidade, fato observado no segundo reinado, contexto no qual houve avanços na promoção da saúde coletiva, porém a procura era pelo sexo feminino. Diante disso, na atualidade, ainda se constata esses atos, quando se depara com o crescente número de obtidos decorrentes por câncer de próstata, patologia que diagnosticada precocemente diminui os riscos de morte, logo, expandido os conflitos entre homem e sociedade.
Ademais, convém frisar que esse fenômeno também é fomentado pela precariedade do aparato estatal, na medida que pessoas de baixa renda apresentam dificuldade de atendimentos de forma eficiente, corroborando a divergência de proteção á saúde masculina. Sobre isso, o filme " A construção de Brasília" retrata a mudança de uma sociedade arcaico para um território desenvolvido com a capacidade de resolver obstáculos sociais. No entanto, há conflitos de planejamento a respeito aos deveres que o Estado tem com o cidadão, quando o acesso a atendimentos médicos não são igualitários, consequentemente, prejudicando a estrutura familiar.
Portanto, políticas públicas voltadas ao aprimoramento de medidas a proteção à saúde do homem carecem de aplicabilidade. Nessa lógica, é imprescindível que o governo amplie p engajamento dos brasileiros com cuidados saúde, através do Ministério da Educação, implementando, nas bases curriculares, disciplinas sobre fisiologia com ênfase em patologias. Assim, por intermédio da disciplina de biologia, realizar debates e palestras, em parceria com o núcleo familiar, sobre a importância de exames anuais, preventivos, para contornar agravamentos pelo atraso de um diagnóstico, objetivando formar cidadãos mais esclarecidos e conscientes sobre saúde. Além disso, cabe o Estado, por meio do Ministério da Saúde, desencadear ainda mais, transversalmente pela mídia, campanhas de sintomas e de prevenção a doenças, objetivando ampliar a qualidade de vida da população e aplicação do Util.