Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 25/11/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente o contrário, quanto a questão do Novembro Azul – Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude do medo de descobrir doença e maus hábitos.

Em primeiro lugar, cabe abordar o preconceito de quem está inserido no ambiente. Segundo uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo mostra, por exemplo, que 49% dos homens nunca fizeram o exame do toque renal indicado para a descoberta precoce de câncer de próstata. Nesse sentido, rompe-se com tal lógica investigada ao verificar-se, hoje, o precário acesso vigoroso em relação à resolução da dificuldade tem contribuído para que o caso conserva-se. Em questão do completo cárcere desequilibrado, uma vez que a lei alega que “o segredo da saúde mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas viver sábia e seriamente o presente”, ainda que, o que se percebe no panorama atual é constatado, visto que o excesso de indivíduos na saúde masculina é incoerente e esse caos sanciona para o incômodo, psicológico e em relação ao espaço do meio. Desse modo, faz-se a missão a mudança positiva do poderio.

Em segunda análise, outro fator a salientar são os maus hábitos que interferem na saúde do homem. Ainda, é a exposição e situações de risco, como violência e acidentes de trânsito e de trabalho, consumo de álcool e outras drogas com maior frequência, além da falta de atenção à disposição. Além disso, no Brasil, os homens vivem, em média sete anos a menos que as mulheres e têm mais doenças do coração, câncer, diabetes, colesterol e pressão mais elevada. Por fim, na tentativa de objetivar qualidade de vida, tramita da Câmara dos Deputados uma proposta de iniciativa popular chamada de Saúde +10, a influência prevê a destinação pelo governo, de pelo menos 10% das receitas correntes brutas para a saúde.

Assim, é irrefutável que mudanças devem ocorrer para solucionar essa questão. Nesse sentido, o Governo Federal, instância máxima da administração executiva do Estado deve criar, por meio de um projeto de lei, um programa de controle à Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina, a fim de fiscalizar o preconceito e maus hábitos impondo muitas a quem violar os direitos descritos na Constituição. Sendo assim, essa questão será resolvida na sociedade brasileira e os direitos dos cidadãos serão efetivadas.