Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 03/12/2020

É aterradoramente claro como a saúde tem sido desvalorizada pela população, principalmente uma parcela relacionada aos homens. Além do mais, em um aspecto mais específico, pode-se perceber como uma sociedade masculina tem sua saúde de lado, em prol de outras prioridades como o trabalho ou simplesmente pro medo de encontrar algo para se preocupar. Entretanto, essa atitude relapsa tem geração de graves consequências como o aumento de doenças cardiovasculares, sexuais, cancerígenas entre outros. Tendo isso em vista, percebe-se a necessidade de medidas que solucionem a problemática.

Primeiramente, é importante entender como essa prática tem se tornado algo tão frequente no cotidiano masculino. Logo que muitos mitos foram criados a cerca do assunto, tais como o homem adoecer menos que a mulher ou a infertilidade ser um problema de fruto feminino. Todavia, o urologista, Augusto Barbosa Reis, quebra essas ideias com uma afirmação de que, o fato desse mito existe está diretamente ligado a negligência masculina e não a figura feminina. Como também deve-se ressaltar o receio que se instaurou nessa parcela da população, esse mesmo especialista explica que a negligência é um reflexo do medo, tanto dos procedimentos do exame quanto a possibilidade de encontrar alguma doença.

Ademais, pode-se pressupor que essa falta de priorização do homem em relação a saúde tem trazido consequências no minímo desastrosas. Os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o qual afirmam que os homens vivem em média 7 anos a menos que as mulheres. Dessa forma é possível visualizar uma falha cometida por essas pessoas que diminuem dessa forma a expectativa de vida e aumentar a proliferação de doenças. Considerando os dados do órgão da Secretaría de Estado da Saúde de São Paulo, o qual afirna que pelo menos 60% dos pacientes homens que dão entrada no hospital apresentam quadros considerados avançados.

Portanto, são necessárias para resolver o impasse. Antes de mais nada o Ministério do Trabalho teria que incitar os homens a ir ao médico através de um projeto de lei entregue a Câmara dos Deputados. Nela constaria que as empresas tanto públicas quanto as necessidades de investigação de seus funcionários, exames completos feitos, e financiados pela própria empresa. Em seguida o Ministério da Saúde através da mídia produziria campanhas e propagandas que incentivam os requisitos a procurarem os médicos para exames, além de disponibilizar, espaços e médicos em pontos de saúde disponíveis em dias específicos para consultas de rotina em função daqueles que não possuem condições financeiro para tal. Espera-se que, com essas medidas os desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina e suas consequências sejam freadas.