Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 02/12/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas(ONU), em 1948, A Declaração Universal dos Direitos Humanos(DUDH) garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. No entanto, a ausência da conscientização coletiva quanto à qualidade de vida masculina impossibilitam que essa regulamentação seja efetivamente posta em prática. Nesse sentido, essa grave situação traz como principais consequências à humanidade o distanciamento da saúde pública de qualidade, bem como acréscimo do desequilíbrio coletivo, malefícios que devem ser combatidos de imediato.

Diante de tal cenário, a  escassez da conscientização do bem-estar social deriva da negligência estatal, uma vez que apesar do investimento na área da saúde ser bastante gradual e elevado, ainda não é suficiente para suprir a satisfação popular. Dessa forma, essa questão torna-se evidente em um relato realizado pelo Jornal Nacional em 2018, no qual  um homem faleceu à espera de cuidados médicos e ausência de medicamentos pelo Sistema Público de Saúde (SUS). Logo, vê-se a vigência da modificação desse problema.

Além disso, é imperativo ressaltar que, para se obter a extinção dos desafios enfrentados pelo homem em relação à saúde, faz-se necessário que as lacunas legislativas, perante os direitos dos indivíduos sejam preenchidas. Nesse viés, essa justificativa é dada pelo fato dessa situação fragilizar os Direitos Humanos, abordados na Constituição de 1988, e dessa maneira, contribuir para a continuidade da negligência do Governo, em relação à saúde, como por exemplo à falta de estimulo estatal para que homens façam consultas de rotina em hospitais. Destarte, é fundamental a modificação de tal conjuntura.

Portanto, o Governo Federal, como ente responsável por gerir interesses coletivos, deve, por meio do dinheiro da arrecadação dos impostos, promover um projeto chamado “Qualidade de vida”, com o intuito de motivar os homens a irem para consultas de rotina e cuidarem da saúde de forma correta. Em segunda instância, a União, deve, por meio de votação na Câmara dos deputados, promover uma maior fiscalização na DUDH, com o objetivo de que essa legislação seja efetivamente posta em prática. Assim, se tais medidas forem tomadas, esse problema será amenizado, respeitando os direitos humanos como preconizado pela ONU.