Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 07/12/2020

Na sociedade grega a pessoa do sexo masculino  considerada pater de sua família, era o indíviduo responsável por garantir a alimentação , moradía , renda ,bem como,   muitas vezes , o encarregado de elaborar as  estratégias de guerra. A partir dessa concepção gerada pela cultura do “homem provedor”, nasce o conceito de masculinidade que até na atualidade mata milhares de adultos “víris” pela não procura de assistência médica.

Uma vez que na sociedade ocidental a maioria dos seres de sexo masculino são bombardeados com a ideia de que não devem chorar, procurar ajuda quando necessitam ou mostrar empatia com qualquer individuo devido, a essas atitudes serem concideradas como sinais de fraqueza.Tal qual foi evidenciado em uma reportagem feita pelo canal da emissora Globo onde muitos entrevistados disseram que não realizavam o exame de próstata  por ser considerado uma atitude não masculina. Cabe ao estado quebrar essa cultura ultrapassada para possibilitar a busca pela conscientização da saúde masculina.

Entretanto, grande parte das campanhas  direcionadas aos homens tendem a cometer diversos erros ao ignorarem as bases familiares,religiosas e trabalhistas desse público alvo.Isso pode ser evidenciado, em virtude da baixa adesão desse grupo “viril” aos exames de rotina cujo efeito a longo prazo tende a evitar a piora de doenças como bronquite, asma, caxumba , aids  etc…

Portanto, o Ministério da Saúde deve utilizar a verba da educação para realizar ,nos hospitais Universitarios,  pesquisas com um número menor de homens ,afim de verificar a eficacia das progandas direcionadas a esse bando.Além disso,deve-se contratar piscicológos e neurologistas especializados nessa area de atuação para trabalhar em conjunto dos publicítarios com o intuito de melhorar o impacto das propagandas a esse grupo ,aumentando assim, á adesão dos homens aos exames de rotina que evitaram o agravamento de doenças.