Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 11/12/2020

Na obra cinematográfica “Sex Education”, o pai da personagem “Maeve” é usuário de drogas e, mesmo após a comprovação de possuir o câncer de prostata, não realiza os tratamentos necessários por conta de sua baixa renda. Paralelamente a realidade, esta é a conjuntura de uma grande parcela de homens, no Brasil e no mundo, que não procuram auxílio médico pois não detêm condições monetárias favoráveis. Neste sentido, a falta de compromisso, em alguns casos, com a prevenção e a desinformação sobre a gravidade da doença são os principais motivos para a prevenção do câncer de prostata, no Brasil, não ser eficaz.

No âmbito abordado, é possível verificar que os casos de câncer de prostata aumentam, por conta da falta de prevenção. Nesse viés, segundo o noticiário “G1”, houve um aumento de 63%, a partir de 2010%, nas ocorrências de tal câncer por razão da baixa quantidade de consultas preventivas realizadas, as quais caem cerca de 5% ao ano, além do mais, o mesmo noticiário ressalva que a prevenção deste câncer se faz necessária, porém, em alguns casos, não é realizada. Por isso, a falta de compromisso com esse método é um fator que propicia o aumento das ocorrências desta doença no Brasil.

Outrossim, nota-se que, na maioria dos casos, os homens acometidos pelo câncer não possuíam o conhecimento sobre os malefícios causados pela enfermidade. Nesse contexto, de acordo com o Jornal “OGLOBO”, de 100 homens, 60 não possuem o devido conhecimento sobre o câncer de prostata e, por conta disso, nunca procuraram qualquer auxílio médico, ou seja, a falta de prevenção é favorecida, em alguns casos, pela carência informacional. Logo, a desinformação perante a gravidade desta enfermidade é uma das principais barreiras que dificulta a prevenção no país. Diante disso, é necessário estimular, urgentemente, a prevenção do câncer de mama no Brasil.

Portanto, medidas devem ser tomadas para evitar esse impasse. Desse modo, cabe ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Cidadania investigar, por artifício de fiscalizadores estaduais e por profissionais da área da saúde, possíveis cidadãs que estão “pendentes” com sua prevenção individual, tendo como objetivo reduzir, ao máximo, as taxas de câncer de mama no país. Além disso, é necessário conduzir parte da verba federal para a mídia a fim de alertar, para a população, a gravidade dessa doença. Assim, a conjuntura brasileira será veementemente transformada.