Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina
Enviada em 14/01/2021
Segundo os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), aproximadamente 15 mil mortes acontecem por ano entre os homens em decorrência do câncer de próstata. Certamente, a masculinidade frágil ainda é uma barreira para os homens não procurarem um tratamento médico.
Com certeza, a masculinidade fragil é uma barreira preconceituosa que precisa ser desconstruida, pois com o diagnóstico precoce tem alta chance de cura, diminuindo-se assim os números de mortes por câncer de próstata. Sobretudo, é de extrema importância que os homens percam o medo do exame e passem a cuidar mais de sua saúde, porque de acordo com uma pesquisa feita pela revista Saúde e o Instituto Lado a Lado pela Vida, onde entrevistaram-se 2.045 homens e evidenciou que 59% dos entrevistados não costumam ir ao urologista. Realmente, os dados são preocupantes e mostram que o homem precisa quebrar essa barreira para poder viver uma vida saúdavel.
Ademais, o câncer de próstata é o segundo mais trivial entre o sexo masculino. Perdendo só para o câncer de pele. De acordo com o INCA, o câncer de próstata pode atingir cerca de 66 mil brasileiros só no ano de 2020. Por isso, devemos salienta a relevância do novembro azul para continuar conscientizando os homens a buscarem um tratamento médico.
Portanto, diante dos fatos mencionados, fica claro que precisamos de medidas preventivas para reverter essa situação. O governo federal deveria investir mais em campanhas de prevenção ao câncer de próstata, por meios de comercias televisivos e propagandas em redes sociais. Com o objetivo de informar e conscientizar os homens a buscarem tratamento médico. Assim, alertando sobre a importância do diagnóstico precoce, que aumenta a chance de cura, e além disso, ajudando a quebrar essa barreira de preconceito existente no sexo masculino em relação ao exame, visando a diminuição no número de mortes.