Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina
Enviada em 12/01/2021
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2019 o câncer de próstata levou a, aproximadamente, 15 mil mortes no Brasil. Tal dado evidencia os desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina no país, demonstrando que estes fazem-se um problema complexo na sociedade. Sendo assim, é necessário que medidas sejam adotadas para alterar essa situação, a qual tem como principais causas a falta de diálogo e fatores socioculturais.
Em primeiro plano, é notável que o silenciamento é fundamental para a persistência do problema. Nesse sentido, Habermas contribui ao afirmar que a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Sendo assim, para extinguir os desafios da conscientização social quanto à saúde masculina no país, faz-se necessário debater sobre. Entretanto, tais diálogos não ocorrem amplamente no Brasil, visto que, apesar de haver cura para o câncer de próstata, segundo o Inca, essa doença é o segundo câncer mais frequente entre os homens brasileiros.
Outrossim, a mentalidade social de muitos homens dificulta a resolução da questão. De acordo com Durkheim, o fator social é a maneira coletiva de se pensar e agir. Logo, é perceptível que os desafios para a conscientização quanto à saúde masculina no Brasil, estão conectados ao pensamento coletivo de muitos homens brasileiros. A exemplo disso, muitos deles vêem sua masculinidade prejudicada ao realizar o exame de toque retal, não detectando a doença e, como consequência, impedindo a cura.
Posto isso, é evidente a necessidade de uma intervenção. Sendo assim, as escolas, em parceria com o Poder Público - a nível municipal, estadual e federal -, por meio da utilização dos espaços escolares em horários extraclasses, devem realizar debates e rodas de conversa sobre a conscientização social quanto a saúde masculina no Brasil, a fim de mostrarem a importância do combate a pensamentos que prejudiquem o tratamento. Ademais, tais ações devem ser abertas à população local e contarem com a presença de médicos especialistas no assunto. Somente assim, dados como os demonstrados pelo Inca em 2019, não estarão mais de acordo com a realidade dos brasileiros.
promover debates e rodas de conversa por meio da utilização de espaços escolares em horários contraturnos, a fim de que a questão da saúde masculina seja amplamente discutida e como pessoas sejam conscientizadas. Essas ações devem ser abertas à comunidade, um fim de ampliar o acesso democrático à informação. uma vez que, se as pessoas crescem inseridas em um contexto social intolerante, a tendência é adotar o mesmo comportamento, o que torna a conscientização sobre a saúde masculina um desafio ainda mais complexo. Portanto, é evidente que certas necessidades serão necessárias. Para isso, as escolas, em parceria com o Poder Público - a nível municipal, estadual e federal -, devem promover debates e rodas de conversa por meio da utilização de espaços escolares em horários contraturnos, a fim de que a questão da saúde masculina seja amplamente discutida e como pessoas sejam conscientizadas. Essas ações devem ser abertas à comunidade, um fim de ampliar o acesso democrático à informação. uma vez que, se as pessoas crescem inseridas em um contexto social intolerante, a tendência é adotar o mesmo comportamento, o que torna a conscientização sobre a saúde masculina um desafio ainda mais complexo. Portanto, é evidente que certas necessidades serão necessárias. Para isso, as escolas, em parceria com o Poder Público - a nível municipal, estadual e federal -, devem promover debates e rodas de conversa por meio da utilização de espaços escolares em horários contraturnos, a fim de que a questão da saúde masculina seja amplamente discutida e como pessoas sejam conscientizadas. Essas ações devem ser abertas à comunidade, um fim de ampliar o acesso democrático à informação. o que torna a conscientização sobre a saúde masculina um desafio ainda mais complexo. Portanto, é evidente que certas necessidades serão necessárias. Para isso, as escolas, em parceria com o Poder Público - a nível municipal, estadual e federal -, devem promover debates e rodas de conversa por meio da utilização de espaços escolares em horários contraturnos, a fim de que a questão da saúde masculina seja amplamente discutida e como pessoas sejam conscientizadas. Essas ações devem ser abertas à comunidade, um fim de ampliar o acesso democrático à informação. o que torna a conscientização sobre a saúde masculina um desafio ainda mais complexo. Portanto, é evidente que certas necessidades serão necessárias. Para isso, as escolas, em parceria com o Poder Público - a nível municipal, estadual e federal -, devem promover debates e rodas de conversa por meio da utilização de espaços escolares em horários contraturnos, a fim de que a questão da saúde masculina seja amplamente discutida e como pessoas sejam conscientizadas. Essas ações devem ser abertas à comunidade, um fim de ampliar o acesso democrático à informação. a fim de que a questão da saúde masculina seja discutida e as pessoas sejam conscientizadas. Essas ações devem ser abertas à comunidade, um fim de ampliar o acesso democrático à informação. a fim de que a questão da saúde masculina seja discutida e as pessoas sejam conscientizadas. Essas ações devem ser abertas à comunidade, um fim de ampliar o acesso democrático à informação.