Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 17/03/2021

O movimento Novembro Azul teve início em 2003, na Austrália, com o objetivo de chamar a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce das doenças que atingem a população masculina, com ênfase na prevenção do câncer de próstata.

Diariamente 42 pessoas morrem por causa do câncer de prostata e aproximadamente 3 milhões de pessoas tem a doença, por dados do INCA (instituto brasileiro de câncer) cerca de 68 mil pessoas foram contaminadas e mais de 15 mil mortes/ano.

O câncer geralmente acontece em homens, depois do câncer de pele, geralmente acontece em homens mais velhos  e cerca de 6 em cada casos sao diagnosticados em homens com mais de 65 anos

A próstata é uma glandula do sistema reprodutor masculino que se assemelha a uma castanha e se localiza abaixo a bexiga e sua função é produzir o esperma.

Na fase inicial do câncer ele não apresenta sintomas, mas já na fase avançada já da inicio ao aparecimento de alguns sintomas e cerca de 95% dos tumores ja estao evoluidos dificultando na cura e o contaminado pode sentir dores osseas, dores ao urinar, vontade de urinar com muita frêquencia presença de sangue na urina ou no esperma.

A pessoa pode ter o cãncer quando alguem da sua família pegou como seu pai, seu irmão ou se avô, a sua raça, e a obesidade.

A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico) outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal, a indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, tais como: estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual, periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença, intervindo se houver progressão.