Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 08/06/2021

O artigo 6 da Constituição Federal garante a saúde para todos os brasileiros. No entanto, no que tange a população masculina, muitas vezes esse preceito não é atendido. Isso é, desafios são criados na manutenção e prevenção da saúde. Por exemplo, a conscientização sobre o novembro, o número de homens realizando o exame é baixo . Tal fato é um problema, mas outras doenças também podem ocorrer, o que se torna uma questão pública.

Em primeira análise, vale destacar que, muitas vezes, o indivíduo do sexo masculino tende a ir menos ao médico mesmo durante o novembro azul. Sob esse prisma, Fato Social para o sociólogo Emille Durkhein pode ser entendido como uma maneira de agir e pensar de um determinado grupo social. Nesse aspecto, não ir, ou ir pouco ao hospital é uma construção social. Nessa óptica, conforme o site ans morrem diariamente 42 homens em decorrência de câncer de próstata. Com esse raciocínio, parte desse número poderia ser reduzido caso houvesse prevenção, o problema é que muitas vezes ela não ocorre em decorrência de um um suposto medo de da avaliacão conhecida como ‘’exame do toque’’ e também um desconhecimento das consequências da enfermidade. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde - MS- atenuar o dilema.

Outrossim, vale evidenciar que a banalização da saúde masculina é problemática. Ou seja, ela atinge toda a sociedade prejudicando assim a efetivação do artigo 6 da Constituição. Nessa conjuntura, vale afirmar que outras doenças também atingem o sexo masculino e não apenas o Câncer de próstata. Em outras palavras,  doenças como diabetes, obesidade, depressão também podem ocorrer e tendem a ser mais graves pela baixa prevenção já que para alguns, é um o risco para a ‘‘masculinidade’’. ir ao médico.  A partir disso, na visão de Simome de Beauvouir gênero é uma construção social com isso, esse preconceito é um criação da sociedade que necessita ser combatido. Dessa maneira, o Estado deve resolver o impasse.

Dessarte, é fundamental a conscientização sobre manutenção da qualidade de vida do homem. Para isso, o MS- uma vez que a sua função é administrar a saúde- deve atuar na criação de campanhas midiáticas por meio de rádio, televisão e redes sociais. Com a finalidade de reduzir esse estigma associado a ida ao médico e realização de exames. Como consequência dessa iniciativa, o índice de morte da ans poderia ser reduzido. Outra medida, seria o oferecimento de exames gratuitos para o exame do toque durante todo o ano, em diversas localidades do Brasil.