Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina
Enviada em 08/05/2021
A ausência da conscientização social quanto à saúde do homem é uma mazela histórica, visto que permeou por longos anos no país a ideologia de que devido a sua força física e já biológica, o homem é capaz de superar quaisquer dores ou enfermidades. Com base nisso, pesquisa do grupo ABRIL constatou que dos 2.405 entrevistados 40% dos homens até 39 anos e 20% daqueles com mais de 40 anos só frequentam o médico quando se sentem mal. Contudo, dados da Organização Mundial da Saúde no Brasil (OMS) revelou uma consequência desse pensamento histórico em pesquisa realizada, na qual a cada 3 mortes, 2 são de categoria do gênero masculino. Nessa linha de raciocínio, é possível pontuar os principais desafios para conscientizar o grupo masculino quanto à necesidade de cuidar da saúde, sendo: acompanhamento médico e recebimento de exames como de próstata, além do estigma que boa parte dos homens possui quanto ao cuidado com a saúde mental. Em primeira análise, a acompanhamento médico é um dos principais desafios para a conscientização social da saúde masculina. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística costam que os homens vivem em média 7 anos a menos que as mulheres, diante disso, os fatores condicionantes para essa menor expectativa de vida são marcados por uma vida trabalhista cada vez mais competitiva, doenças de sobrepeso, câncer de pulmão- ocorre duas vezes mais nos varões que nas mulheres-além do câncer de próstata que é o segundo tipo mais comum na sociedade masculina e que ainda é suscetível de tabus desde o momento de exame para prevenção. Ademais, é possível ressaltar que outro embate para a conscientização, diz respeito ao estigma presente em expressiva parcela dos homens no tocante ao cuidado da saúde mental. Contudo, assim como mulheres, crianças e idosos, o sexo masculino também enfrenta problemas mentais e é preciso de ajuda para tratá-los. Dessa forma, ainda conforme a pesquisa do grupo Abril, 95% dos participantes experimentaram problemas mentais como ansiedade (63%) e depressão (23%). Logo, é de extrema importância projetos governamentais que possam inserir esse grupo na atenção médica do Sistema Único de Saúde. Em sintonia, é possível ressaltar que outro incorporar para a conscientização, diz respeito ao estigma presente em explicitação parcela dos homens no tocante ao cuidado da saúde mental. Contudo, assim como mulheres, crianças e idosos, o sexo masculino também enfrenta problemas mentais e é preciso de ajuda para tratá-los. Dessa forma, ainda conforme a pesquisa do grupo Abril, 95% dos participantes experimentaram problemas mentais como ansiedade (63%) e depressão (23%). 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