Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 08/07/2021

Embora a Constituição Federativa de 1988 assegure o acesso à saúde como direito de todos os cidadãos, percebe-se que, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa garantia principalmente no que diz respeito ao novembro azul- desafios para conscientização social da saúde do homem. Nesse Aspecto, problematiza o silenciamento estatal, a falta de investimento governamental e necessária intervenção.

Desse modo, a falta de informação sobre à campanha do novembro azul ser essencial no combate do câncer de próstata, é um desafio presente no problema. Sob essa ótica, Djamila Ribeiro - filósofa brasileira - explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, existe um silêncio do governamental perante a temática, visto que pouco se fala sobre o assunto nas mídias de massa e nas escolas, que gera desinformação por parte dos brasileiros. Logo, urge tirar esse problema da invisibilidade como descreve a pensadora.

Ademais, é inefável a ineficiência das autoridades na resolução do cenário, nota-se que, ele ainda persiste no contexto atual. Para Bauman - sociólogo contemporâneo - os valores estão sendo colonizados pela lógica de mercado. Tal contestação, é legitimada pela falta de investimento em conscientização na campanha do novembro azul, que é responsável pela saúde e bem-estar dos indivíduos, como supracitado pela constituição.

Portanto, o novembro azul e os desafios para conscientização social, não terá mais mudez do Estado. Sendo assim, cabe ao congresso nacional, criar projetos que evidencie a conscientização do tema, por meio de investimento governamental, com a finalidade de extinguir o problema social. Em detalhamento, um modo eficaz de perpetuar tal ação, por exemplo, com impostos públicos. Assim, essas medidas não são capazes de transformar o Brasil em sua totalidade, mas excluí algumas feridas.