Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina
Enviada em 15/09/2021
De acordo com a Constituição federal de 1988, a saúde se dá por meio da prevenção, promoção proteção e recuperação dos cidadãos. No entanto, no que tange a saúde masculina, alguns aspectos são negligenciados pela sociedade brasileria, resultando na dificuldade em promover bem-estar à todos. Isso se deve à ausência de políticas públicas aliada ao preconceito presente no consciente da população. Assim, essa temática merece um olhar mais crítico para que seja amenizada.
Em primeiro lugar, vale salientar a falta políticas públicas como causa do tema. Segundo a Constituição federal, o Estado tem a função de garantir a promoção da saúde. Entretanto, ao não realizar ações frequentes, como campanhas publicitárias, com o objetivo de conscientizar a população masculina sobre a necessidade de realizar consultas e exames anualmente, a saúde não é plenamente promovida à todos cidadãos. Logo, faz-se necessário modificar essa realidade.
Em segundo lugar, destaca-se a presença do preconceito na sociedade como conribuinte da problemática. Conforme Immanuel Kant, filosófo prussiano, a sociedade é o reflexo da educação que lhe é oferecida. Dessa maneira, um meio social caracterizado pleo preconceito quanto aos cuidados com a saúde masculina, pelo ideal de tal cuidado ser sinal de masculinidade frágil, é consequência de uma educação lacunar que não realiza debates sobre a temática. Portanto, urge moldar esse perfil.
Em síntese, medidas são necessárias para amenizar esse impasse. Por isso, cabe ao Ministério da Saúde, órgão responsável por organizar a saúde no Brasil, promover, por meio de um projeto educacional, palestras nas instituições de ensino, com médicos palestrantes, cujo tema seja sobre a saúde masculina e a importância de cuidá-la, a fim de tornar os jovens, futuro do sociedade, mais conscientes e responsáveis com o próprio bem-estar. Por fim, o problema será amenizado.