Novos modelos de educação
Enviada em 12/09/2019
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa os mesmos modelos de educação a séculos sem se importar com o índividuo e apenas com o todo verifica-se que o ideal Iluminista não é constatado na prática, para mudar essa realidade mundial e nacional novos modelos devem ser colocados em prática, seja pelo rompimento do modelo tradicional, seja pelo paradigma da aula invertida.
Ademais, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição da economia, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de ensino eficiente. Contudo, a realidade é o oposto e um dos pretextos é um antigo modelo de ensino que traz o professor como detentor do conhecimento e a escola como um templo, seguindo seus rituais e processos que são os mesmos a mais de cem anos. Diante disso é inevitável que haja modelos que se encaixem no século atual.
Outrossim, destaca-se a aula invertida, um novo modelo de ensino. De acordo com Peter Drucker o principal papel da escola é no processo de socialização e não de aprendizagem. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se, que um modelo como da aula invertida que traz a teoria em ambientes amplos, como vídeo-aulas e a prática em sala de aula, trazendo uma alta produtividade.
É evidente, portanto, que ainda há entrares para garantir a solidificação de uma educação de qualidade que visem não apenas na aprendizagem, mas sim na humanização. Destarte, o Ministério da Educação juntamento com as escolas devem mudar o antigo modelo, promovendo uma qualidade melhor e eficiente de ensino, como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas e essas mudam o mundo. A fim de que escolas não sejam ‘’templos’’ com seus rituais e processos iguais e sim espaços dinâmicos.