Novos modelos de educação

Enviada em 07/10/2019

O mundo vive em constante modernização, mas a educação não segue esse desenvolvimento. O modelo prussiano de ensino do século XVII, permanece até hoje, no qual a crianças são apenas elementos de manipulação, voltado ao mercado de trabalho. Para tanto, se faz urgentemente importante reformular a didática brasileira, a fim de acompanhar a globalização e formar mentes mais pensantes.

Primeiramente, no documentário “Quando sinto que já sei” de 2014, é mostrado os diferentes tipos de didáticas, porém, definindo que o atual modelo brasileiro está ultrapassado. Assim, para acompanhar as mudanças do mundo, é preciso também, reinventar o ensino; e uma das iniciativas está em incentivar o uso de tecnologia, um dos maiores avanços da atualidade,  dentro de salas de aula. Desse modo, se faz importante incrementar uso de TV´s, uso de internet para realização de trabalhos, no qual, proporcionará maior interação entre alunos e educadores.

Além disso, como o homem é aquilo que a educação faz dele, segundo Kant, é necessário humanizar as salas de aulas, no qual estão se tornando algo obrigatório e sem sentido; pois, nem sempre o silêncio de disciplina, expressa aprendizado. Para tanto, existe o método “sala invertida”, em que, os alunos estudam o assunto em casa, e em salas de aulas, conversam e tiram duvidas com os professores, promovendo assim, uma aula mais ativa e um maior desenvolvimento pessoal. Desse modo, promove a formação de homens mais racionais e possivelmente capazes de continuar em um ensino superior.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Em priori, é preciso uma reformulação do ensino brasileiro, para isso, é necessário que o Ministério da Educação, a partir de pesquisas e muito estudo, crie um plano educacional mais moderno, com uso de tecnologia e dinâmicas, a fim de melhorar o ensino e acompanhar a modernidade. Além disso, se faz útil, incentivar as escolas a criarem métodos próprios de inserção do aluno ao ensino, como aulas praticas e trabalhos voluntários, para que assim como Kant propôs, esses alunos crescem e se formem pessoas melhores e mais desenvolvidas.