Novos modelos de educação

Enviada em 25/10/2019

Um dos grandes impasses que permeiam a sociedade brasileira, é a formação do jovem para as novas demandas de trabalho. Nesse bojo, a observação dessa temática, se evidencia com o modelo de ensino defasado, somado à ineficácia das políticas públicas. Dessa forma, urge combater esses desafios, com a discussão de ideias, em busca da solução do problema.

Em primeiro plano, é válido afirmar, que o modelo de ensino não é condizente com as exigências do mercado de trabalho. Nessa conjuntura, vale referenciar o filósofo inglês Schopenhauer, ao constatar que o campo de visão limita o entendimento do indivíduo, em relação ao mundo que o cerca. Dessa forma, percebe-se que falta na escola um maior desenvolvimento do senso crítico, da proatividade e da criticidade nos alunos, porquanto são inibidos pelo modelo de ensino que hierarquiza o conhecimento entre professor e aluno. Isso é, o aluno está acostumado a ser coadjuvante na resolução dos problemas. Assim, compreende-se a necessidade de reformular o modelo de ensino, com a adequação ao mercado de trabalho.

Outrossim, cabe afirmar as falhas do Governo, em não oferecer de forma adequada as instituições de ensino o que requer o mercado de trabalho. Nesse contexto, cabe citar os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA),  que relatou o desemprego entre jovens três vezes maior do que nas outras classes trabalhadoras. Essa noção, potencializa interpretar que o Estado falha na gestão da educação, por não propiciar maior interação com as empresas, para familiarizar os jovens das exigências do meio de trabalho. Logo, percebe-se a necessidade dos estudantes terem experiências no meio laboral.

Infere-se, portanto, a solução desse impasse. Nessa lógica, para que isso ocorra é necessário que o Ministério da Educação em parceria com as diversas empresas promova medidas múltiplas para a reformulação do modelo de ensino. Nessa lógica, para que isso ocorra é necessário que na formação dos professores seja ensinado a estimular os ideais de bons funcionários com criticidade, com empatia e solução para os problemas. Com o intuito de diminuir as discrepâncias dos dados do IPEA.