Novos modelos de educação

Enviada em 31/10/2019

Consoante ao poeta Cazuza, “Eu vejo o futuro repetir o passado”, o surgimento de novos modelos de educação não é um assunto que surgiu atualmente. Desde a revolução Industrial,  período onde se deu início as maiores evoluções tecnológicas, essa vicissitude é uma realidade. Embora essa evolução tenha facilitado a vida de muitas pessoas, como com a educação a distância, a mesma pode não ser tão eficaz quanto ao ensino convencional.

Em primeiro plano, destaca-se que, hodiernamente, muitos brasileiros preferem uma educação a distância, conhecido como  EAD. Outrossim, segundo uma pesquisa publicada no site Veja, aproximadamente 28% da população optam por esse método de ensino, pois o mesmo possibilita estudar um bom curso superior online e trabalhar para arcar com as despesas do dia a dia, sem que haja uma rotina corrida.

Outro ponto relevante, nessa temática, é o conceito ligado ao ensino convencional, onde professores e alunos se encontram em local específico para aprender. Essa opção, com as praticidades do ensino a distância, está sendo cada vez menos procurada. Além disso, esses novos modelos de educação traz consigo inovações tecnológicas que podem prejudicar, principalmente, a aprendizagem do público infante e juvenil, que acabam por trocar livros pelo uso da internet.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para mitigar essa problemática. Dessa maneira, compete ao Governo, junto com o Ministério da Educação (MEC), promoverem soluções para minimizar problemas com os novos modelos de educação. Essa ação deve ser feita por meio de campanhas educativas, realizadas por professores e ex-alunos do curso a distância, com o objetivo de explicar às pessoas que pretendem participar como o método é realizado e suas facilidades, e também, incentivar aos pais que o ensino convencional é a melhor escolha para aqueles que não precisam trabalhar, como as crianças e adolescentes.