Novos modelos de educação

Enviada em 13/05/2021

Com o processo de globalização ocorreram avanços tecnológicos de âmbito mundial, como a criação da internet, ferramenta que facilitou o acesso a informação. O surgmento dessa ferramenta trouxe melhorias no processo de educação, como a criação da Educação a Distância (EaD), que facilitou a chegada da educação em áreas remotas em todo território brasileiro. Contudo, entender as dificuldades e perspectivas desse modelo educaciona faz-se mister.

A ONU (Organização das Nações Unidas) declarou em 2019 que o acesso a internet deve ser enxergado como um direito fundamental à humanidade.  No Brasil esse direito vem sendo ferido, mesmo com todo avanço tecnológico grande parcela do corpo social que a compõe não possui acesso a internet e nem a computadores. Sefundo o Inep orgão do MEC (Ministério da Educação) cerca de 5 milhões de inscritos para o Enem de 2019, 20% não possui acesso a internet e 50% não possui computadores. Tudo isso contribui para a perpetuação desse empecilho, visto que para ter acesso a Educação a Distância, é indubitavelmente necessário contato com computadores e internet.

Ademais, mesmo com todas as dificuldades para a Educação a Distância, essa modalidade vem crescendo no Estado Brasileiro, visto que é uma educação mais viável e de fácil acesso. De acordo com Pierry levy o virtual não é o oposto do real, mas uma continuação dele. Nesse contexto a educação virtual proporciona para àqueles que não possuem condições econômias para saírem de suas regiões de poucas oportunidades para os grandes centros em busca de educação, uma oportunidade de desenvolvimento educacional. A sua capacidade flexiva é um dos motivos pelo qual vem crescendo, uma vez que a grande fatia de seus alunos possuem dois turnos: um para o trabalho - mantendo sua subsistência familiar - e outro para estudar.

Para o sociólogo Manuel Castells, a era digital é a geração em que a transmissão, o processamento de dados e as ferramentas tecnológicas são fontes primárias para desenvolvimento de um país. Portanto, para mitigar a problemática de acesso a Educação a Distância, o Ministério da Educação por meio de políticas públicas devem direcionar programas para financiar a compra de computadores para os estudantes, contribuindo para acesso a essa ferramenta. Juntamente com o MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação) desenvolver politicas públicas com direcionamento de verbas para implementação de redes de internet públicas em comunidades mais remotas e carentes, e também em regiões de bibliotecas públicas para estimular alunos a fequentarem esses espaços. Outrossim mantendo o princícipio da meritrocacia, igualde de acesso a educação para todos, para que tenham acesso as oportunidades de forma igualitária.