Novos modelos de educação
Enviada em 26/05/2021
O educador e filósofo brasileiro Paulo Freire defende que se a educação não for provocativa, nada se constrói nem se cria e se ficará apenas na repetição. De maneira divergente a isso, temos o retrato do modelo de educação no país, no qual é necessário se reavaliar as prioridades do ensino básico no país. Nesse prisma, destacam-se o sistema de educação obsoleto e desmotivador que.
Primeiramente, é preciso repensar a metodologia, o mundo passou por diversas transformações, a globalização mudou o jeito no qual as pessoas se relacionam com o espaço físico e virtual, porém, uma maneira de usar contínua a mesma. Nesse tempo, países como a Finlândia e a Coreia do Sul adotaram a educação 4.0 na qual a estrutura didática precisa se alinhar a novos projetos que se comuniquem com o ambiente fora de sala de aula, define a tecnologia educacional. Contudo, esta revolução no ensino tem como prioridade criar problemas para que os alunos possam resolver-los gerando interesse, participação e colocar a evidência da aula em quem está aprendendo, para unir o aluno a escola não apenas por obrigação mas por interesse próprio.
Outrossim, é notório que com um grande conteudista os alunos brasileiros, principalmente de escolas públicas, chegam ao ensino médio com alto índice de déficit educativo pois precisam saber tudo sobre tudo o que promove a repetência, baixa autoestima e evasão. Dessa forma, o resultado atual do PISA, demonstra que por mais que o Brasil tenha avançado no acesso à educação a falta de verba compromete a atualização do processo de aprendizagem. Sendo assim, a falta de verbas se mostra um fator de extrema importância para a evolução do ensino brasileiro e sua ausência a colocações como propulsora da evasão.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessária a adoção de medidas que venham contemplar as prioridades do ensino básico no país. Por conseguinte, cabe ao Estado junto ao Ministério da Educação, viabilizar projetos de ampliação educacional e tecnológica nas escolas públicas, por meio de liberação de verbas direcionadas para modernização da forma de uso, valorizando a educação 4.0, a fim de promover a educação de maneira atualizada e motivadora para os estudantes. Somente assim, a sala de aula se tornará um motivador e instigante local para as crianças e adolescentes do país nas quais contemplarão uma educação contemporânea e própria de uma sociedade coesa do século XXI.