Novos modelos de educação
Enviada em 12/08/2021
Um recente documentário realizado no Brasil que ajuda na discussão desse tema é o “Quando sinto que já sei’’ que registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola. Há muitos debates ocorrendo sobre as problemáticas do sistema tradicional de ensino e novos modelos de educação para o século XXI, tendo em pauta os métodos de avaliação, uso de tecnologias, interação professor-aluno, formação crítica e social, etc.
Primeiramente, é indiscutível que as reformas pertinentes conseguiram abolir as disciplinas obrigatórias de filosofia e sociologia no currículo do ensino médio, por serem disciplinas que estimulam o pensamento crítico, e a não realização dessas normas formará uma sociedade facilmente manipulável. Ao analisar o ditado de Immanuel Kant que “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”, pode-se dizer também que essa construção do analfabetismo funcional vai beneficiar os governantes desonestos, nas quais eles teriam a facilidade de controlar a população e se absolver das crises do país.
Além disso, a desigualdade de ensino seria mais um dos inúmeros reflexos negativos dessa mudança, pois, parece que a negligência do governo em cultivar cidadãos atenciosos não é suficiente, e há heterogeneidade em fornecer aos indivíduos as disciplinas necessárias. Além dessa flexibilidade negativa na grade escolar, o ensino será desigual e dependente da área selecionada, de forma que o aluno está raramente preparado para escolher sua área de forma correta, o conteúdo obtido em outras localidades e as taxas também serão reduzidas.
Portanto, a reforma do ensino médio no Brasil é um projeto cheio de falhas, principalmente tornar os cursos estimuladores do sendo critico como opcional e apresentar desigualdades no ensino de conteúdos básicos. Conforme a terceira lei de Newton, ‘’toda ação tem uma reação’, e a população deve responder com manifestações em todo o país e com a suspensão do trabalho do setor educacional, o que mostra que a sociedade está decepcionada com essa nova reforma. Além disso, o exercício da cidadania deve ser realizado por todo o contingente brasileiro, não apenas na seleção de representantes especializados na área, mas também na opinião e avaliação de todas as mudanças feitas pelos três cônsules por meio das redes sociais.