Novos modelos de educação

Enviada em 20/08/2021

Em meio as novas questões da modernidade, o debate acerca dos novos modelos de educação vem ganhando força. A desigualdade social, e também a falta de qualidade e infrastrutura de escolas são adversidades que impactam na modernização dos novos modelos de ensino. Dessa forma, ações colaborativas devem ser implementadas com o intuito de sanar os entraves.

Em primeiro plano, é lícito postular a desigualdade social como um fator nocivo para modelos de ensino novos. Segundo dados de uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que o Brasil possui desigualdade total de renda de 51,5%. Por conseguinte disso, metade da população não possui renda para comprar produtos eletrônicos, como o computador, que durante a pandemia da Covid-19 foi a principal ferramenta para estudar, na modalidade de ensino remoto, visto que as condições do momento necessitavam de um distânciamento social.

Em segundo plano, destaca-se a falta de qualidade e infraestrutura de escolas. No Censo Escolar de 2017, feito pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que as escolas brasileiras ainda têm deficiências quando o quesito é infraestrutura. Por conseguinte disso, muitas escolas não conseguiram adaptar à metodos de educação mais modernos, por conta de não possuir estrutura adequada para salas de informática, laboratórios, etc. Frente a esse panorama, é necessário uma mudança de cenário em relação à situação.

Diante do exposto, faz-se a necessidade de enfrentar os desafios referentes aos novos modelos de educação. O Governo, autoridade governante, deve por meio de planos financeiros, ajudar famílias necessitadas, com o intuito de diminuir a desigualdade social e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Outrossim, o Ministério da Educação, setor governamental responsável pela educação, deve por meio de obras melhorar a infraestrutura e a qualidade das escolas, a fim de capacitalas para modelos de educação mais modernos e sofisticados.