Novos modelos de educação

Enviada em 10/11/2021

Após a Segunda Guerra Mundial, mesmo com a derrota, baixas e prejuízo, o Japão se reergueu, destacando-se até hoje economicamente. Tal reestruturação só foi possível graças aos investimentos feitos na área educacional. Já no Brasil, embora o saber protagonize o caminho para o progresso, são necessários novos métodos de apredizagem, uma vez que a evasão escolar é extremamente comum, em virtude da ineficácia do atual sistema.

Primeiramente, uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprova que grande parte dos estudantes não concluem nem mesmo o processo educacional previsto. De acordo com o órgão, 20% dos brasileiros não completaram o ensino básico e médio. Logo, mediante este fato, fica evidente a urgência de novas modalidades de ensino na sociedade brasileira.

Em segundo lugar, o modelo atualmente utilizado, no qual o estudante é um receptor passivo de informações, é ineficaz e motiva problemas sociais, como a própria evasão escolar. Isso ficou provado no documentário “Além dos muros da escola”, que mostra uma escola adepta protagonismo do estudante no caminho do conhecimento. Assim, o aluno recebe o conteúdo programático, e possui professores com disponibilidade, de modo que, após compreender o conteúdo, realiza, de maneira ativa, debates e diálogos com outros colegas.

Desse modo, nota-se a necessidade de inovações em nosso aparato educacional. Nesse sentido, o Governo Federal deve modificar o atual regulamento, por meio das instituições públicas de ensino, com a integração do estudante em debates, incentivos ao falar em público e a possibilidade de autonomia do aluno em relação à matéria estudada. Espera-se, com isso, que a criança possa ampliar os horizontes do aprendizado, em razão da estimulação do caráter crítico e da curiosidade.