Novos modelos de educação

Enviada em 17/11/2021

“Nenhum homem é uma ilha”; partindo desse pressuposto de John Donne, poeta inglês, entende-se que não é a tecnologia que pode salvar a educação, mas antes, a interaçao humana, esta primordial para inserir o ser humano em sua própria comunidade; ensinando-o os principios universais da convivência. Essa interacao humana tem se perdido ao longo dos anos nas escolas e universidades, principalmente com o adventos de tecnologias assim como do ensino à distancia. Claramente que a inovação é necessária, mas precisa-se analisar e refletir sobre suas consequências.

Num primeiro momento, o Brasil, um país subdesenvolvido, viu na pandemia do Covid 19 a urgência ao ensino à distancia nas esolas, porém como alerta a revista Exame de 2021, aproximadamente 5 milhoes de alunos nao possuiam internet, estes representam 17% do total de alunos de 9 a 17 anos; tendo como consequência uma abrangência educacional extremamente deficitária, criando mais desigualdades, visto que a maioria das classes medias e altas possuem internet.

Para além da pandemia, vale ressaltar que o avanco dos cursos à distancia no Brasil é um fato, de acordo com Mapa do Ensino Superior no Brasil de 2021, o número de matriculas do ensino remoto cresceu 19,1% em 2019;  pela facilidade de obter uma graduação, assim como por poder cursar de quaquer lugar, e ainda pelos baixos preços dos cursos oferecidos; é peremptório que o ensino remoto traz acesso a educação que antes era negado a muitos.

Em posse desses dados, observa-se que o ensino remoto é algo posto, porém necessita de medidas para averiguar esse modelo, tal como: univesidades, a pedido do governo federal, fizessem análises sobre as consequências do ensino à distancia, e a fiscalização dos cursos dados, para que se tenham ferramentas a fim de melhora-los e dar acesso público de cursos online pelas universidades governamentais. Assegurando, dessa forma, um ensino de qualidade e público, gerando acesso as camadas sociais excluídas.