O abuso de álcool na sociedade brasileira
Enviada em 19/10/2019
“O importante não é viver, mas viver bem”. Segundo Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância, de modo que ultrapassa a da própria existência. Contudo, a ingestão excessiva de álcool pelo os brasileiros afasta o Brasil diante desse pensamento. Com isso, fatores como a negligência governamental, bem como a falta de propagação mediática colaboram para a situação atual.
Convém ressaltar, a princípio, que a inobservância estatal como um fator determinate para que o impasse persista. Segundo o filósofo Stuart Mill, a mais honrosa das ocupações é fazer o que é certo. Entretanto, verifica-se, na esfera brasileira, que o Estado faz o oposto do preconizado pelo o utilitarista, uma vez que não há projetos sociais como, por exemplo, palestras e campanhas voltadas para a conscientização da sociedade perante ao consumo do álcool. Indubitavelmente, enquanto esse descaso do Estado permanecer o abuso da bebida alcoólica continuará a crescer em território nacional.
Além disso, outra dificuldade é a escassez mediática. Conforme o filósofo grego Aristóteles, na obra “Ética de Nicômaco”, as carências acarretam mazelas sociais. Logo, percebe-se que essa filosofia se encontra presente no núcleo brasileiro, visto que a ausência de notícias embasadas nos efeitos que o álcool pode causar no corpo humano, contribuem para a falta do senso-crítico, dos brasileiros, em relação ao assunto. Certamente, esse fato revela uma face perversa para um país em seu pleno desenvolvimento.
Portanto, medidas são necessárias para a solução do impasse. Então, cabe ao Estado, juntamente com a grande Mídia, desenvolver palestras e campanhas, de modo que sejam transmitidas em canais televisivos abertos e que permita o acompanhamento em lugares públicos, com o objetivo de ensinar tudo referente ao consumo de álcool e sanar quaisquer dúvidas sobre a temática, pois ações culturais coletivas têm um grande papel transformador em um país. Consequentemente, o Brasil poderia viver mais próximo da realidade vivida do Platão