O abuso de álcool na sociedade brasileira

Enviada em 31/08/2020

No atual contexto histórico, uma das questões que tem-se debatido é sobre o abuso de álcool na sociedade brasileira. Levando em conta o fato de isso não ser algo comum apenas na vida de adultos e homens, mas também de mulheres e jovens, é acarretado para eles, tanto na vida particular quanto de toda a comunidade, adversidades quanto à sua saúde, segurança e convívio social. Assim, faz-se necessário que haja uma análise quanto a esse tema persistente no cotidiano do povo brasileiro.

Em primeiro lugar, nota-se que o abuso de álcool resume-se à ingestão desregulada dessa bebida, o que pode produzir danos físicos e mentais à saúde do indivíduo, mesmo na ausência de dependência, aspecto esse que leva muitos à morte. Prova disso é a pesquisa realizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), na qual ela apresenta 3,3 milhões como o número de mortes em todos os anos, causadas pelo álcool, o que significa 5,9% do total de mortes. Sendo assim, é possível visualizar a realidade e gravidade desse elemento no país.

Dessa forma, é importante também examinar o fato de que o álcool é o maior causador de violência no Brasil, tanto no âmbito familiar quanto no social, considerando que ele trás ao corpo alterações comportamentais, como agressividade, irritação, depressão, nervosismo e outros, por exemplo. Além disso, há também as doenças, tais como hepatite, cirrose, pancreatite, cardiomiopatia, gastrite, etc. Por conseguinte, deve-se tomar medidas para a resolução dessa problematização.

Portanto, percebe-se que o abuso de álcool continua a ser uma dificuldade a ser vencida pelo povo brasileiro. O Governo deve criar incentivos por meio da mídia com o objetivo de informar os problemas de saúde relacionados ao abuso quanto à ingestão de bebidas alcóolicas, diminuindo o número de transtornos provocados por este fator. Ademais, o Ministério da Educação deve levar informativos quanto a esse assunto a seus alunos, desde o infantil até o Ensino Médio, conscientizando-os das consequências relacionadas a tal comportamento. Pois, parafraseando Paulo Freire, “a educação não muda o mundo, mas sim pessoas, e essas mudam o mundo”.