O abuso de álcool na sociedade brasileira
Enviada em 30/08/2021
De acordo com a revista Carta Capital, No Brasil, cerca de 40 mil mortes por acidentes de trânsito ocorrem, por ano, como resultado do consumo de álcool. Isto só mostra o abuso de álcool na sociedade brasileira, que resulta em uma série de desastres irreversíveis. Os resultados do exagero no consumo desta substância psicoativa são: o surgimento de doenças crônicas e aumento nos casos de acidentes de carros.
Nesse contexto, primeiramente, o jornal da Organização das Nações Unidas apresentou que o consumo de álcool está ligado a 86% dos casos de câncer no Brasil. Isto é, com o número cada vez mais crescente do número de consumidores dos líquidos alcoólicos, o número de casos desta doença crônica cresce simultaneamente. Como resultado de tal consumo excessivo, a República Federativa terá que arcar com o grande crescimento dos casos de tumores malignos de fígado e esôfago.
Por conseguinte, de acordo com G1, portal de notícias, a embriaguez no volante é responsável por mais de 45% das mortes. Em outras palavras, o consumo exacerbado das bebidas alcoólicas promove mais malefícios aos outros do que o próprio consumidor. Tendo em vista que, na mesma matéria, cerca de 78% dos óbitos eram de terceiros, não do motorista. Isto só reforça a necessidade do controle mais restrito e punições mais severas para os que se atreverem a dirigir embriagados.
Diante do exposto, inicialmente, campanhas realizadas pelo Ministério da Saúde devem ser feitas mostrando a degradação do consumo de álcool para o organismo humano. Tais ações devem contar com médicos especializados que ministrarão aulas para apresentar como essa droga está ligada ao surgimento de carcinomas. Segundamente, é preciso que penas mais severas, como a impossibilidade de dirigir novamente, sejam aplicadas aos condutores irresponsáveis. Um novo código penal deve ser estabelecido pelo poder Legislativo, através de uma assembleia, visando uma aplicação de castigos mais severos. Como resultado, os 40 mil mortos, em média, serão apenas um erro do passado, não da atualidade.