O abuso de álcool na sociedade brasileira

Enviada em 22/02/2022

O abuso alcoólico no Brasil é mais comum do que se espera, adultos estressados com o trabalho, desempregados desesperançados aliviam-se no álcool, assim como adolescentes, sendo a razão devida ao estresse no local escolar e, ou, familiar, ou por pressão social. Assim como na série “Sex Education”, o protagonista Otis, Asa Butterfield, de 17 anos, se encontra em uma festa bebendo variados tipos de bebidas alcoólicas e devido ao incentivo e pressão posta por seus amigos mais próximos, ele acaba sendo domado por isso e, ao ficar bêbado, comete ações que se arrepende de ter feito. Jovens de até 18 anos ainda não estão preparados para lidar com as consequências da embriaguez, diferentemente de adultos que por sua causa pode acabar em prisão.

A lei brasileira, de 2010, não permite menores de 18 anos ingerirem bebidas alcoólicas, porém a adolescência é uma fase na qual os torna inseguros e exigentes consigo mesmos e ao presenciar seus colegas e amigos curtindo festas com bebidas para maiores de idade, de tanta pressão o adolescente acredita que para não ser excluído precisa também fazer parte disso, então como consequência acaba entrando nesse mundo também. Os jovens brasileiros estão em uma fase transitória de maturidade e responsabilidade, no qual o abuso do álcool, que, de acordo com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, afeta o desenvolvimento psicológico e a habilidade cognitiva desses jovens. Além da possibilidade de atrapalhar no desenvolvimento do corpo, saúde física, hormônios e entrar em coma alcoólico, eles começam a perder o contato com as atividades que praticava como por exemplo escola e atividades de interesse pessoal, como podem perder o contato com pessoas, família e amigos.

Já era de se observar que a lei de 2010 não era muito bem aplicada desde aquela época, a precariedade de fiscalização do governo nos bares e festas, onde mais adolescentes se aglomeram, é visível e descontrolada. No entanto, os responsáveis devem fiscalizar seus próprios filhos em razão de ajuda-los com conselhos e se necessário um psicólogo, ao invés de se omitirem desse assunto. Portanto, as famílias, a sociedade e o governo devem ter o mesmo objetivo de impedir do abuso de álcool pelos adolescentes.