O abuso de álcool na sociedade brasileira

Enviada em 23/02/2022

Na longa metragem direcionada por Bradly Cooper, “Nasce uma Estrela”, conta o interesse do ator principal na voz de uma simples garconete que, nas horas vagas, canta em bares que acomodam pessoas LGBTQ+. Ao longo da história, esse interesse aumenta e uma carreira é colocada na direção da garconete graças ao seu futuro empresário. Porém, vícios em bebida, enraizados no homem devido o pai, reaparecem e atrapalham o presente e futuro dele com a moça, trazendo consequências na carreira. O que não é um fato desconhecido para nós, já que um pouco menos que a metade da população morre por doenças decorrentes ao consumo errado e abusivo de alcool, resultando, na maioria das vezes, no alcoolismo.

Uma simples ida ou volta do trabalho em que um bar intercepta o caminho, se torna uma tentação para quem tem vícios em bebidas alcoolicas. Isso faz com que a pessoa se desconcetre de outras atividades mais prazerosas e saudáveis, trazendo para si, além do vício, a destruição de relacionamentos, convívios sociais, a perda da família e do emprego que garante a renda. Isso se assemelha como ocorrido com o ator da série que, quando pequeno, perdeu sua família pois seu pai chegava alterado em casa e batia em sua mãe, causando a separação de ambos e abrindo as portas para a obssessão pelas bebidas na rua.

Durante essa dependência alcoólica, os momentos de riscos dobram, já que a pessoa fica inconsciente e exposta a qualquer tipo de agressão. Além disso, o álcool, segundo especialistas, é uma doença do cérebro por que deixa várias marcas e uma delas é ligada com uma substância que libera prazer. Então, o cérebro associa os momentos em que o organismo recebe bebida com o prazer e felicidade e, apartir disso, que a pessoa só se encherga feliz bebendo. Ademais, os sentidos correm um risco se confundirem e o indíviduo pode se sentir desafiado ou ameaçado, começando assim, a agressividade.

Para terminar, sabemos que a bebida alcoolica é um grande monstro de sete cabeça para alguns que não acharam uma maneira de como lidar com ela. Mas, segundo psicólogos especialistas nessa área, o melhor não é exonerar e sim, educar a população sobre o uso atravéz de debates. Assim, haveria equilíbrio.