O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 05/01/2021

O filósofo Thomas More em seu livro “Utopia”, narra a vivências de uma ilha fictícia onde não havia qualquer forma de adversidade e beirava a perfeição. Hodiernamente, o Brasil se mostra divergente à idealização de More, sobretudo quanto ao abuso de poder e de autoridades vigente no país. Destarte, convém analisar tanto a influência histórica desse infortúnio, quanto a má capacitação profissionais como fatores que rodeiam esse cenário fatídico.

A princípio, é imperativo salientar que a autoridade demasiada se espelha em eventos remotos que obtiveram êxito em seus propósitos. De maneira análoga, no período ditatorial brasileiro militares legitimavam atos de repressão contra opositores aproveitando-se de sua posição comunitária. Sendo assim, pode-se trazer á luz ao pensamento crítico de que o período conhecido como Quinta Repúlica, coveio de exemplo para indivíduos ursufruir de sua autoridade.

Outrossim, cabe analisar a indolência de prepação profissional que compromete o exercício de cargos públicos principalmente. Acerca disso, vale averiguar o pensamento freiriano, o qual afirma que esferas educacionais e sociais devem atuar juntas com o intuito de suprimir mazelas comunitárias. Assim sendo, pode-se compreender a carência de rigor em processos seletivos contribui para um ambiente controvérso.

Urge, portanto, necessidade de mudança desse cenário nefasto. Para atingir a plenitude nesse âmbito, cabe à mídia, através de propagandas televisivas, elaborar campanhas contra ideias autoritárias, exibindo formas de denunciar abusos de poder e a necessidade de reprimir esse óbice. Ademais, cabe ao poder administrativo, com auxílio do Ministério da Educação, propor e formular processos seletivos que avaliem efetivamente o comportamento piscicosocial do candidato, para que cargos públicos possam ser assumidos por indivíduos merecedores. Quem sabe assim, o Brasil possa se assemelhar cada vez mais com a idealização de Thomas More.