O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil
Enviada em 09/01/2021
Na antiguidade, o abuso de poder foi prevalescente tanto diretamente como indiretamente na maioria dos acontecimentos históricos. No entanto, o abuso de autoridade se intensificou antes do ínicio da Segunda Guerra Mundial, no qual Hitler, principal governante da Alemanha Nazista, feriu as regras impostas pelo Tratado de Versalhes. Tal ato foi responsável pelo estopim da guerra mais trágica e letal de todos os tempos. No Brasil, atualmente, essa problemática vem crescendo desenfreadamente, dessa forma, entende-se que a falta de qualificação dos militares, bem como o precário sistema judiciário, apresentam-se como entraves para a resolução do problema.
Em primeira análise, a falta de políticas públicas é a causa principal do imbrogólio. Em relação a tal afirmação, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um dos seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Sobre isso, é perceptível o descaso dos governantes brasileiros com o péssimo centro de formação dos militares, no qual os profissionais resultantes são incapacitados de realizar a profissão que traria mais segurança para a população, desse modo, os cidadãos, em grande parte, se veêm como potenciais vítimas da falha polícia militar. O vídeo “Bala de Borracha”, produzido pelo canal de Youtube Porta dos Fundos, expressa a falta de qualificação dos agentes de segurança do país, no qual os políciais respondiam para todas as perguntas, que a bala de borracha e gás de pimenta são as melhores alternativas de resolução de qualquer problema. O incapacitismo dos militares é corriqueiro nas manifestações, pois eles exercem o abuso de poder contra as pessoas por meio dos elementos citados.
Ademais, o precário sistema judiciário não se apresenta como igualitário em relação a real sociedade, dessa forma, os mais afortunados conseguem “tirar” vantagem da legislação do país. O vídeo “Pena”, feito pelo Porta da Fundos, relaciona as pessoas com maior poder aquisitivo, como o delegado Cunha, e os demais cidadãos, no qual a pena é “distinta” entre eles por conta do abuso de poder e de regalias, como por exemplo, a imunidade parlamentar. Esta realidade é frustante e afirmada por diversas pessoas, tal como o Delegado Da Cunha em seus vídeos pelo Facebook.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É dever do Ministério da Justiça, em parceria com o Ministério da Cidadania, o aprimoramento da capacitação dos militares, como por exemplo, a criação de testes mais rígidos e o ajustamento das penas para que se torne mais igualitário para todos, por meio de um grande investimento do governo, com o fito de erradicar o abuso de autoridade nesses setores. Diante disso, é de se esperar uma sociedade mais harmoniosa, igualitária e utópica.