O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil
Enviada em 13/01/2021
A Constituição Federal de 1988 assegura, em seu artigo 5°, a igualdade a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa, na prática, não tem se manifestado com efetividade quando se observa o abuso de poder no Brasil, o que dificulta, dessa forma, a universalização desse direito social tão importante. Diante disso, vê-se que a mentalidade social e a falta de empatia favorecem esse cenário.
Em primeiro lugar, o pensamento geral atrasa uma realidade sem esse problema. Nesse sentido, de acordo com Durkhein, o fato social é um modo coletivo de agir e pensar, dotada de exterioridade, coercitividade e generalidade. Nessa lógica, observa-se que a noção de uma parcela da população, nos quais os atos de abuso de poder são banalizados, pode-se encaixar na teoria do sociólogo, uma vez que, devido ao convívio com uma sociedade com esse pensamento, o indivíduo tende a adota-la. Assim, com a permanência dessa ideia enraizada, abusos de autoridade continuarão a ser algo comum e sem relevância para os brasileiros.
Outrossim, é fulcral pontuar a falta de alteridade como potencializadora desse quadro. Seugndo o livro “Modernidade Líquida”, escrita pelo pensador Zygmunt Bauman, pro conta dos extremos avanços das tecnologias e do capitalismo, a sociedade se tornou mais individualista e antipática. Destarte, é notório que em um “Brasil Líquido” o uso inadequado do poder notinuará a existir, dado que as pessoas com maiores hierarquias não se veem no lugar do outro. Desse jeito, é preciso que o Governo Federal altere essa realidade de opressão.
Em suma, medidas governametais são necessárias para acabar com esse problema. Portanto, o Ministério da Educação deve fomentar a discussão sobre os direitos do Estado, por meio da criação de um evento, no qual ocorrerá palestras,aulas e gincanas, em escolas públicas e particulares, para toda população, que ensinarão sobre os direitos imprescidíveis contidos na Constituição e nos Direitos Humanos além de gincanas para gerar laços nas comunidades locais, a fim desbanalizar atos de abuso de poder e criar uma sociedaed mais empática. Dessa maneira, o Brasil será mais igualitário e cumprirá sua função de garantir que a os direitos da Constituição de 1988.