O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil
Enviada em 14/01/2021
A Monarquia absolutista, foi um modelo governamental utilizado com frequência em séculos anteriores. Caracterizado por ter todo poder na mão do rei, esse sistema gradativamente foi perdendo força, pois facilitava o abuso de autoridade do mesmo. Contudo, hoje vivemos em uma República democrática no Brasil, mas ainda há abuso de poder e autoridade por parte de pessoas nas camadas mais elevadas da hierarquia, motivado principalmente por preconceito social.
Entretanto, o Fillósofo Immanuel Kant cita na sua teoria do imperativo categórico, que o ser humano deve tratar o próximo da mesma forma que gostaria que fosse tratado, com igualdade. Logo, não havendo distinção de cada indivíduo, o que inclúi a camada social pertencente. Porém, em contradição a essa linha de raciocínio, há abuso de autoridade e poder na nossa sociedade, o que estabelece um padrão de discriminação social. A exemplo disso, foi noticiado na mídia no ano de dois mil e dezenve, um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo que humilhou um guarda municipal ao receber uma multa, além de agredir verbalmente o homem.
Ademais, o sociólogo Karl Marx ao notar a diferença entre as camadas da sociedade, cria o que ele demonomia “luta de classes”. Pautado no ideal da luta pelos direitos dos trabalhadores e sobretudo dos cidadãos, esse pensamento mudou a relação existente entre posições sociais diferentes no passado. Porém, a sociedade brasileira parece regredir nesse quesito.
Logo, ao notarmos o preconceito social contido nos abusos de autoridade no Brasil, trona-se necessário que o Ministério de Justiça e segurança pública em harominia com o poder legislativo e executivo, façam valer a lei (nº 13.869/19) que pune condutas excessivas por parte de autoridades, além de aumentar a pena, nela prevista. Assim, seremos a sociedade que Karl Marx e Kant sonhavam.