O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil
Enviada em 14/01/2021
O conceito de entropia, na física, mensura o grau de desordem em um sistema termodinâmico. No entanto, fora das ciências da natureza, no que se concerne o abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil, percebe-se a configuração de um problema entrópico, em virtude do caos presente na questão. Nesse viés, nota-se que essa perturbação ocorre devido, não só ao medo de denunciar, mas também à insuficiência legislativa.
Mormente, é evidente que o receio de denunciar é um fator para a permanência do problema. Nesse sentido, consoante a Immanuel Kant, o indivíduo deve agir segundo a máxima que gostaria de ver transformada em lei universal. Sob essa ótica, é perceptível uma incoerência, pois, no país, as pessoas que são afetadas pelo abuso de poder escolhem omitir a denúncia. Dessa forma, o caminho para solucionar esse contratempo torna-se mais longo, já que a omissão da denúncia é um contribuinte para a continuidade desse quadro.
Ademais, é exposto que a insuficiência de legislativa também é um agente para a persistência da problemática. Nesse perspectiva, segundo o filósofo Aristóteles, a política tem como função preservar o respeito entre as pessoas de uma sociedade. Partindo desse pressuposto, é notável que os superiores abusam do posto dado, gerando o rompimento das ideias do filósofo. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, visto que a insuficiência de leis contribui para a perpetuação dessa situação.
Portanto, algo precisa ser feito para amenizar a questão. Logo, o MEC (Ministério da Educação), por meio de verbas governamentais, deve fazer palestras para motivar os cidadãos a denunciar os casos de abuso de poder, usando os veículos midiáticos como forma de propagação. Nesse contexto, o fito de tal ação é diminuir o medo das pessoas e as ocorrências dessa violação. Desse modo, essa vicissitude será gradativamente erradicada, pois, conforme Gabriel O Pensador, “Na mudança do presente a gente molda o futuro”.