O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 02/03/2021

Têm sido frequentes, nos mais variados ambientes sociais, discussões acerca do abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil. Trata-se de um assunto de incontestável relevância, uma vez que os avanços sociais são impossibilitados devido ao abuso de poder na sociedade. Diante desse cenário, pode-se discutir o assunto a partir da superioridade de classes, o que se alia à incompetência pelas autoridades em relação a população.

Em primeira instância, desde o início da civilização a sociedade foi dividida em classes, estas procuravam classificar a população em pobres e ricos. Esta divisão foi extremamente prejudicial às classes mais necessitadas pois, as classes mais altas continham o poder aquisitivo e coercitivo, o qual consiste em impor sua vontade por ameaças e punições. Ademais, o abuso do poder se tornou um meio de condenação social, a partir do momento que direitos básicos de saúde, educação e moradia, previstos na Constituição de 1988, tornaram-se privilégios concedidos às classes mais altas. Então, pode-se concluir que a superioridade de classes agravou a situação político-social do Brasil, beneficiando apenas uma minoria da população.

Em segunda instância, a situação atual foi exacerbada à medida que as autoridades, as quais teriam o dever de ajudar a população e acabar com as desigualdades sociais, se contentam com a situação e não fazem nada para mudá-la. Essa atitude, essa incompetência do governo foi uma das principais causas do crescente abuso de poder pois, as classes mais pobres, que são as mais afetadas, geralmente não têm influência e poder o suficiente para reivindicar seus direitos.

Portanto, cabe ao Estado, em consonância com o objetivo da redução das desigualdades, crie planos de contenção do abuso de poder e de apoio a população. Isso se concretizará por meio da contratação de autoridades mais competentes no governo, as quais criarão os planos e punirão os que abusam do poder, a fim de que a sociedade avance socialmente.