O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 09/06/2021

Em novembro de 2020 o brasilero, que era negro, João Alberto Silveira Freitas foi assassinado por espancamento e asfixia, por dois seguranças brancos do supermercado Carrefour. A vitíma estava desarmada, não conseguia respirar e mesmo  assim não foi ouvida pelos seguranças que a prensava no chão. No contexto nacional atual, isso trás tanto uma justificativa racista como o abuso de poder.

Primeiramente, existe uma grande taxa de seguranças, policiais, juízes, que são de fato racistas. Agregando essa postura em seus oficios, acaba havendo um excesso de autoridade e poder, como ocorreu no caso de João Alberto, aqui no Brasil, como nos Estados Unidos, no caso de George Floyd, que também foi assassinado por asfixia por dois policias. Há uma possibilidade de uma coincidência dos dois serem negros e ter sofrido violência que os levaram a morte, ou de ter sido por abuso de poder junto ao racismo.

Ademais, no filme “A Paixão de Cristo”, Jesus é condenado a morte de cruz sem ter cometido crime algum. Simplismente pelo fato de espalhar a palavra de Deus, sobre o rei dos reis. Contudo, isso não agradava os escribas e fariseus, que tinham a incumbência de escrever as leis e explica-las. O mandaram ao imperador e pediram que o condenasse, entretanto, foi decidido pelo povo e pelos mesmo que o mandaram. Neste filme é nítido a autoridade excessiva e na atualidade brasileira não é muito diferente.

Portanto, cabe a vitíma ou sua família recorrer a uma denúncia com requerimento a indenização e até mesmo uma petição dirigida à alguma autoridade superior. Sendo necessário que o Ministério Público inicie um processe-crime para que haja uma punição, sendo ela administrativa, civil ou penal.