O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil
Enviada em 10/06/2021
No filme, “Tropa de Elite 2- O inimigo agora é outro”, é demonstrada, a utilização demasiada de poder, a partir da análise que um deputado realiza o direcionamento ao protagonista e sua família. Com isso, percebe-se que o extrapolamento do uso de poder e autoridade no Brasil, é um aspecto que cada vez mais se torna frequente. E essa realidade se dá, tanto pelo excesso de corrupção nas regulamentações, quanto a carência de informações conforme a população.
Portanto, à medida que, a mídia apresenta a corrupção no sistema de governo brasileiro é visto que, muitas vezes há diversos e complexos esquemas ilegais que a maioria das instituições está envolvida, o que dificulta o julgamento dos cometidos abusos. Assim, como ocorreu, em um vídeo recente, que viralizou nas redes sociais, em que um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo faz intensas ofensas a um guarda municipal por receber uma multa, e ainda o ameaça com uma ligação ao secretário de Segurança Pública do Município.
Outrossim, a falta de conhecimento, principalmente de pessoas físicas, em situações de abuso de poder, é um catalisador para que, pessoas jurídicas e servidores públicos, por exemplo, saiam impunes das situações citadas. Visto que, é recorrente que o artigo cinco da Constituição brasileira é ofuscado, pois nele há uma afirmação de todos são iguais perante uma lei, e, por consequência, todos implementados responder juridicamente e criminalmente, de maneira igual, justa e sem distinções.
Diante desse cenário, são necessárias algumas propostas para que esse quadro seja alterado. Assim, o Ministério da Justiça deve promover campanhas, com os recursos já existentes, um fim de incentivo o combate ao uso excessivo do poder e autoridade em todos os quesitos, e, concomitantemente, membros do governo e advogados incitarem a promoção de palestras, com auxílio dos meios televisivos e a Internet, um fim de alertar e informar a população nacional. Deste modo, a realidade vista no filme e no vídeo já não pertencerão ao cotidiano brasileiro.