O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 09/06/2021

Na série animada Miraculous Ladybug, a personagem Chloé Bourgeois faz um grande abuso de poder de seu pai, que é prefeito de Paris. Ela faz uso de má fé através do cargo concedido ao seu pai, sempre que se sente ameaçada ou até mesmo ofendida, Chloé ameça as pessoas dizendo que o prefeito, irá acabar com a vida da pessoa pelo simples fato de ser de uma ‘‘‘classe mais elevada’’. Isso não ocorre apena no desenho, e sim, no nosso dia-dia constantemente. Pessoas de cargos maiores usam deste fato para se safarem de problemas nas quais se metem ou que criam.

Seja do governo, de algum órgão federal, em escolas e até mesmo com policiais o abuso de autoridade e poder aparece muito mais do que se pode imaginar. De acordo com os dados da Corregedoria da Polícia Militar, as denúncias passaram de 39 em 2017 para 68 em 2019. Segundo o  Portal Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça 13235 casos de abuso de autoridade. Desafortunadamente, esses casos se tornam mais e ais frequentes sem intervenção alguma, ao usarem de seu cargo como forma de abusar raramente são punidos, ou, são descartadas do cargo por tal ação. A corrupção é uma das várias formas de abuso de poder juntamente da omissão de informações ou até mesmo ‘meios’.

No Brasil atualmente, a prática de imoderção de autoridade tem se tornado mais frequente do que gostariamos ou deveria. Na atualidade a lei constada no art. 13, lei  nº 13.869/2019 que impede qualquer ação para se autobeneficiar em prol do mal de alguém. O ‘punimento’ de 6 meses ou até 2 anos não é ou foi o suficiente para fazer as pessoas repenssarem em suas ações. Se achar melhor ou ‘‘superior’’ a alguém e fazer uso de seu cargo para descontentamento de outros se enquadra em tal.

Diante do exposto, para resolver ou tentar sansionar tamanho problema uma revisão da lei e na forma como ela é aplicada seria necessária e uma  reavaliação nos códigos morais de cada cargo. Uma vistoria, uma pena mais severa de forma que, faça com que a pessoa entenda que não tem porque e nem razão para fazer tal atrocidade.