O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil
Enviada em 20/07/2021
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o abuso de poder e autoridades no Brasil, Hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na pratica e a problematica persiste intrisecamente ligada a realidade do país, seja pela prática abusivas adotadas por policiais em abordagens, seja pela prática abusiva adotada por cidadões que possuem altos cargos na sociedade em parâmetro de comparação as demais pessoas.
É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo filósofo grego Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possivel perceber que o Brail, tem seu sistema de justiça deficiente, tendo em vista que o número de denúncias segundo o MInistério da mulher, da família e dos direitos humanos (MMFDH) teve um considerável aumento de 15% no ano de 2020 em relação a 2019.
Outrossim, destaca-se o preconceito, que pela superioridade das autoridades em relação aos cidadões comuns, cometem erros que pode custar vidas, seja esse preconceito racial, social ou homofóbico; e como já dito por Abraham lincoln, se quiser testar o caráter de uma pessoa, dê poder a ela. O preconceito como impulsionador do problema de acordo com durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade, e de coerctividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que a deficiência da justiça, e o preconceito adotado muita das vezes pelas autoridades, são fatores de suma importância em respeito aos abusos de poder e autoridades no Brasil.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Sendo assim, o Ministério da justiça deve estabelecer mais rigor em suas leis, de modo que o profissional que cometer o ato de abusivo, tenha seu cargo perdido, seja qualquer o cargo, e uma compensação monetária à vitima que sofrer qualquer tipo de abuso relacionado, Promovendo assim, a mínima justiça que se espera. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e as mudam o mundo. Logo, o Ministério da Educação (MEC) deve instituir nas escolas, palestras ministradas por pissicólogos, que discutam o combate o abuso de poder e de autoridades no Brasil, afim de que o tecido social se desprenda de certos tabus para que não vivs a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de platão.