O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil
Enviada em 30/08/2021
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), a Constituição Federal assume uma importância do respeito ao bem-estar da sociedade. No entanto, existem diferenças entre garantias e direitos. Nesse sentido, seja por descaso do Estado ou vontade do indivíduo, o uso excessivo do poder é um desafio e merece uma visão mais crítica no enfrentamento.
Em primeiro lugar, é importante notar que a preguiça do estado causou esse problema. Segundo Aristóteles, a política deve ser usada de forma a alcançar o equilíbrio da sociedade por meio da justiça. Da mesma forma, a falta de políticas para restringir e fiscalizar o exercício do poder abre brechas para a ocorrência de crimes. Portanto, existem hipóteses de insultos aos cidadãos, causando danos mentais e psicológicos às vítimas, violando assim a Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Além disso, o uso do poder para cumprir desejos pessoais pode levar a um impasse persistente. A saga Jogos Vorazes retratas rivais Katniss e Peeta invadindo a privacidade para satisfazer os interesses do Presidente Snow, que violou os direitos dos jovens. Além da ficção, essa violação de direitos para satisfazer a vontade dos superiores é a realidade de muitos brasileiros, que não só têm sua privacidade, mas também sua integridade moral e física. Nessa perspectiva, injustiças e desigualdades têm sido vivenciadas no cenário brasileiro, reforçando a existência das questões sociais discutidas.
Portanto, pode-se exigir que a persistência do problema é fruto da negligência nacional e da realização de desejos individuais. Destarte, para reverter a situação atual, o governo, como órgão administrativo máximo, precisa monitorar com urgência o exercício da soberania por entidades públicas e privadas por meio do Ministério da Justiça, a fim de amenizar a injustiça, a humilhação e a satisfação do interesse próprio. Só então, de acordo com o balanço proposto por Aristóteles, esse fato deixará de ser um desafio válido no Brasil.